quinta-feira, 10 de outubro de 2013


Senduit.com: ferramenta de partilha de ficheiros


Ferramenta de partilha de ficheiros, na página da biblioteca AArroio.

via arteziletras

quarta-feira, 31 de julho de 2013

quinta-feira, 25 de julho de 2013


Um testemunho sobre as TIC no ensino-aprendizagem



Encontro Tecnología Y Calidad (julho 2013)
Vídeo de apresentação: Cristian Bravo
Importâncias da TIC no processo ensino-aprendizagem

outros documentos sobre o encontro
Fonte: Educared (Chile)

segunda-feira, 15 de julho de 2013


A sala de aula de 100 000 alunos

sábado, 13 de julho de 2013


Aprendizagem na WEB


Developping 21st Century Critical Thinkers - infográfico



Versão legível  AQUI .

via  http://sco.lt/92QzDt

quinta-feira, 11 de julho de 2013


MOOC



MOOC - Massive Open Online Course, o mesmo que  Cursos abertos na NET para todos.

 « MOOC nasceu em 2008 pelas mãos de Dave Cormier (Universidade de Prince Edward Island – Canadá) e desde então, os cursos online têm vindo a crescer substancialmente e já são várias as instituições conceituadas de ensino superior que disponibilizam este tipo de ensino. Entretanto já foi lançado, simultaneamente no Brasil e em Portugal, o primeiro MOOC em língua portuguesa. Para quem não tem acompanhado este movimento, divulgamos aqui algumas pistas para compreender melhor as suas potencialidades e algumas das instituições que desenvolvem MOOCs.

Conheça as plataformas MOOC: feitas para ensinar milhares
Artigo escrito por por Aline Aurili no site Instituto Claro (Brasil) - Novas tecnologias, novas formas de aprender
Os MOOCs têm se disseminado por meio de diversas plataformas espalhadas pelo mundo, como o Coursera, o Udacity e o OpenClass, atraindo milhares de adeptos.
O que diferencia um MOOC de uma iniciativa tradicional de EaD – Ensino a Distancia é principalmente a abrangência. Como o nome indica, os MOOCs são pensados para atender a um número massivo de estudantes, além de ser majoritariamente gratuitos e de curta duração.

O modelo vem sendo aplicado pelo educador João Mattar e o português Paulo Simões, com o projeto MOOC EaD, que organiza a história da EaD no Brasil utilizando os recursos de timeline do Facebook. Segundo Mattar, uma das principais características do projeto é tentar remontar o conceito dos primeiros cursos da modalidade, que tinham como base a interatividade e a colaboração entre os alunos.[...]»


Ler MAIS.


Fonte: Associação O direito de aprender.

quarta-feira, 19 de junho de 2013


10 competências necessárias em 2020





La connectivité mondiale, les machines intelligentes et les nouveaux médias remodèlent notre vision du travail, ce qui le constitue et les compétences dont nous avons besoin pour être productif. L’Institute for the future (IFTF) a décrit les 10 compétences clés dont nous aurons besoin dans une dizaine d’années. Cette étude se différencie des études habituelles qui cherchent plutôt à établir une typologie des métiers futurs (avec des prédictions qui ne s’avèrent pas exactes). L’article de la FING a proposé une traduction de ces compétences que nous vous reproduisons ci-dessous.

Ler MAIS

via Scoop it! Rogério Rocha

quarta-feira, 10 de abril de 2013


Imagina

terça-feira, 9 de abril de 2013


2.0: é a educação que quero!

quarta-feira, 20 de março de 2013


Tecnologias na Educação: estudo

Foram questionados 100 professores sobre as tendências das tecnologias em educação,o modo como nós estamos a utilizá-las e como elas vão configurar a cultura global num próximo futuro.



Via Greg Takta, em men.co.

domingo, 3 de março de 2013


Smarthistory



KhanAcademy

via arteziletras

Vídeos, imagens e textos sobre História da arte. AQUI.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


PB_APP 2.0


Uma das melhores ferramentas.



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


Bibliotecas e livros digitais

As bibliotecas digitais modificam-se, acompanham o mundo que muda à nossa volta de forma inexorável.Vemos aqui um vídeo em que as bibliotecas municipais de Espanha apostam nessa mudança.

domingo, 30 de dezembro de 2012


Relatório final e mapa do projeto


        A formação agora terminada, BE 2.0,  trouxe-nos partilha de saberes e troca de algumas experiências. Se já púnhamos algumas delas em prática, estamos certos de que dela nos ficará muito material para experimentar e pôr ao serviço da escola e da biblioteca. A  formação em Web 2.0 tornou-se imprescindível para os profissionais da educação em pleno séc. XXI. A nossa condição de professores bibliotecários traz-nos responsabilidades acrescidas, não só no modo de encarar novas formas de ensinar em aula, mas igualmente na necessidade de criarmos e servirmos de exemplo a novas formas de colaborar no seio de uma organização que é a escola e no modo de nos envolvermos com as instituições com que contracenamos neste processo, cada vez mais alargado, de partilha e de construção dos saberes. 
        Nesse sentido, este género de formação dos professores (as novas tecnologias) e, mais do que isso, o  trabalho em rede são as  condições necessárias (mas nem sempre suficientes) para criar pontes ou reforçá-las entre a biblioteca e os seus utilizadores. A Web 2.0 veio trazer muitos aplicativos que os professores devem aprender a disponibilizar a alunos e a docentes.  O facto de os jovens serem considerados a geração digital nada implica que eles saibam utilizar as TIC em prol da sua aprendizagem, mas tão somente a favor do seu lazer. A este propósito referimos o estudo “O impacto da Web 2.0 nas bibliotecas escolares das escolas secundárias do concelho de Lisboa” (Tiago e Cunha, 2011)1 em que os autores citam Kuhlthau, uma investigadora destas questões de aprendizagem através das novas tecnologias:

A aproximação entre Nativos e Imigrantes digitais é importante não só para aproximar   educadores e educandos num modelo de ensino adaptado, mas também por perceber que pertencer a uma geração digital contempla riscos que devem ser tidos em conta numa reestruturação do sistema educativo, isto porque o excesso de informação que decorre das TIC é um dos grandes desafios do ensino, a escola deve auxiliar os alunos a trabalhar com a informação disponível (KUHLTHAU, 1999).

      A escola em que trabalho é uma escola secundária do concelho de Lisboa, especializada em ensino artístico, e foi uma das escolas que fizeram parte do objeto de estudo acima referido  (Tiago e Cunha, 2011). Os currículos da escola, desde 2005, são exigentes quanto às competências a desenvolver na área das tecnologias e, também por esta razão, a biblioteca tem sentido necessidade de corresponder a essa exigência, pelo menos esbater o mais possível a grande diferença entre o domínio do digital entre alunos e a oferta digital da biblioteca. Assim, a biblioteca da Escola António Arroio oferece atualmente plataformas que podem ser utilizadas pelos seus usuários, mas também por todos os que nos visitam com regularidade quer na página da biblioteca quer no blogue.  Porém, algumas questões se colocam do lado de quem deve refletir de forma permanente  todas estas questões, isto é,  os profissionais do ensino: 
(i) a evolução das tecnologias, que obriga a um esforço de atualização constante; 
(ii) a necessidade de colocar os recursos educativos, ferramentas digitais e outros aplicativos ao serviço dos utilizadores; 
(iii) uma visão esclarecida das hierarquias sobre esta realidade e que valorizem as TIC como recursos fundamentais - e quem acumula esse esforço de atualização; 
(iv) o tempo necessário para dedicar a estas questões do digital (cada vez mais escasso); 
(v) e, por último, a importância de educar os alunos, pais, educadores e tutela, na crença de que todas estas questões são importantes e que temos o dever de conseguir fidelizá-los não só ao espaço da biblioteca, mas também ao espaço digital. Falamos, portanto, de literacia digital, da necessidade de incentivar a utilização das novas tecnologias, ou ferramentas digitais, em prol de uma maior qualidade do ensino aprendizagem. 

     Como já referimos, na nossa escola tem havido um empenho nestas questões ao longo de anos, mas a nossa experiência  diz-nos que estas questões não são fáceis de resolver, nomeadamente a de  incutir nos alunos boas práticas  diárias na área do digital. A maioria dos alunos da nossa escola integra de forma habitual as tecnologias na sala de aula, por via dos recursos obrigatórios das aulas de projeto. A pesquisa na web para trabalhos, nomeadamente a pesquisa projetual, é também uma prática diária incentivada e muitas vezes faz-se com o apoio de professores das disciplinas e até da biblioteca. Contudo, nas disciplinas teóricas, dissuadimos a pesquisa digital em detrimento da pesquisa bibliográfica, a fim de evitar o plágio, por exemplo, ou a 
necessidade de criar boas práticas de pesquisa bibliográfica quando avançam para o ensino superior.
   
       Nós já disponibilizamos ferramentas várias (na página web da biblioteca) para utilização diária nas práticas letivas, mas neste tipo de recursos a disponibilizar duas qualidades se impõem: visibilidade e funcionalidade. Daí que o nosso próximo objetivo seja a elaboração de uma plataforma de ferramentas que se tornem funcionais e atrativas. E torná-las operacionalizáveis pela comunidade escolar. O documento é apenas um projeto muito esquemático, pouco desenvolvido,  mas contém as questões que consideramos essenciais.


Atividade-projeto a desenvolver: AQUI


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CUNHA, Thiago e FIGUEIREDO, Marina (2012) “O impacto da WEB 2.0 nas escolas secundárias do concelho de Lisboa” – BAD-Atas do congresso Nacional (2012) [ aced. em 11 nov. de 2012]

http://www.bad.pt/publicacoes/index.php/congressosbad/article/view/349 [aced. 29 de dez. 2012]


terça-feira, 18 de dezembro de 2012


O Twitter


A biblioteca da escola António Arroio está no twitter desde 2008 com o endereço @cresaa.
O twitter é uma rede social em microblogue que se pode tornar muito interessante para quem gosta de estar informado sobre os mais variados temas. Para tal, basta "seguir" as páginas twitters que nos agradam.  Ao contrário do facebook, nesta rede social não há "amigos", uma palavra já banalizada, mas apenas "seguidores", o que neste caso me parece mais em conformidade com a realidade.  O número diário de tweets  é alucinante, mas cada página pode esconder uma notícia, uma novidade, um artigo científico, uma imagem, que podem ser uma boa surpresa. Uma plataforma social para quem gosta de catadupas de informação.
Na educação, com os alunos certos e as estratégias adequadas, o twitter pode ser uma boa ferramenta de trabalho. Há na web, páginas que nos dão conselhos sobre atividades em microblogue.
Bons tweets!

domingo, 16 de dezembro de 2012


Wikitools para as escolas


                                    Ver AQUI.
Um site/wiki, sugerido pelos formadores (forum rbe) com dezenas de aplicativos, úteis a alunos e a docentes.  Parece-me bastante completo e abrangente quanto à natureza e contextos das práticas  de ensino-aprendizagem. Imprescindível visitar.


fonte: rbe/wikispaces[acedido em 16 de dezembro de 2012]





terça-feira, 11 de dezembro de 2012


Google Docs: 50 maneiras



fonte: edudemic

50 maneiras pouco conhecidas de os Google Docs ajudarem na educação.  Ver AQUI (em inglês).


domingo, 9 de dezembro de 2012


Pin it!



O Pinterest é uma rede social em que a moeda de troca e a linguagem é a imagem.  Com um sucesso crescente nos mais jovens, parece que é uma forma excelente de conseguirmos algum impacto, sobretudo se conseguirmos que fique associada aos recursos digitais da Biblioteca.

Ver em http://pinterest.com/


sábado, 8 de dezembro de 2012


Scoop.it! : infográficos


O que é um infográfico?

Infografia ou infográficos são representações visuais de informação. Esses gráficos são usados onde a informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica, como em mapas, jornalismo e manuais técnicos, educativos ou científicos. Pode utilizar a combinação de fotografia, desenho e texto. Um exemplo de infográfico do tipo mais simples poderia ser uma linha de tempo onde ao selecionar determinados períodos aparecem imagem e textos explicativos.

 fonte da definição


Do scoop.it!  retirei o seguinte nfográfico, que ensina a fazer infográficos.





 Ver http://www.scoop.it/t/visual-data

Nesta ligação surgem várias instruções sobre infográficos.